Passo a passo para criar seu cronograma anual de conteúdo

Temos uma quantidade absurda de conteúdos sendo produzidos e consumidos diariamente, isso é um desafio para as empresas que querem se destacar, afinal, como competir com tanto conteúdo?

Ter um bom conteúdo é fundamental, mas antes dele, existe uma etapa essencial, que muitas empresas e departamentos de marketing não dão devida atenção e valor: o planejamento de conteúdo.

Isso mesmo!  Pensar no que será produzido durante o ano é importante para antecipar tendências, produzir conteúdos de qualidade e chegar à frente no mercado.

A minha sugestão é montar um cronograma de conteúdo. E, esse é o momento ideal, afinal, o planejamento para o próximo ano já precisa estar em, pelo menos, produção.

 

Como criar um cronograma anual de conteúdo?

Para funcionar bem, seu cronograma precisa ter mais do que datas e temas a serem abordados. Comece organizando as ações para evitar incluir peças que não façam sentido para os objetivos estratégicos da comunicação.

Bom, com o seu plano de ações em mãos, vamos começar:

Estabeleça um calendário – Você pode fazer isso em uma planilha, levante todas as datas importantes e ações da empresa e inclua em um calendário. Para segmentos com períodos sazonais, isto deve ser considerado, assim como as campanhas a serem desempenhadas pela área comercial.

Defina seu público-alvo e os estágios de compra – Deixe claro com quem a marca vai conversar e quais conteúdos podem oferecer para as etapas do funil de leads.

Defina as metas – Se você não saber aonde chegar, como saber para onde caminhar? Alinhe suas metas, com o planejamento estratégico da empresa. Por exemplo, aumentar a base de cliente em 18% até novembro de 2018. Mas, lembre-se, seja realista!

Defina os formatos de conteúdo – As opções são várias, artigos para blog, e-books, posts para redes sociais, ferramentas, vídeos, entre outros. Defina quais os formatos são os mais estratégicos para trabalhar o conteúdo e eles trazerem mais resultados.

Acompanhe a produção – Se o seu conteúdo precisa ser publicado em dezembro, ele não pode ser produzido uma semana antes. Com o calendário bem estruturado, a produção pode – e deve – ser  antecipada, para poder ser realizado os ajustes necessários e ser trabalhado com tempo hábil.

Avaliação dos resultados – Seu cronograma deve apontar também a observação das métricas e elaboração de relatórios, para que os passos sejam alinhados, para alcançar os objetivos da empresa. Avalie se a estratégia de conteúdo faz sentidos para equipe e clientes? O uso de palavras-chave está correto? A linguagem condiz com as personas e marca? Como estão as taxas de conversão? Como otimizar seus resultados?

Use as ferramentas corretas –Não vou te indicar uma ferramenta específica, afinal cada empresa tem uma necessidade específica, mas para você que quer ir além das planilhas, existem ferramentas no mercado que auxiliam na montagem e visualização do cronograma de conteúdos.

Ajuste e reajuste – O cronograma não é estático, por meio dos resultados levantados, faça os ajustes que forem necessários. O mercado muda, as ações podem sofrer alterações… Enfim, o cronograma é um norte para tornar seu planejamento de conteúdo mais assertivo. Mas ainda sim, fique sempre atento ao mercado, as tendências e a qualquer fato relevante, que necessite uma posição por parte da sua empresa ou que seja uma oportunidade.

 

Montar o cronograma dos seus conteúdos pode, a princípio, dar um pouco de trabalho, mas a praticidade e os resultados que ele vai trazer vai compensar todo o seu esforço!

 

Marcela Fabiana

Gestora de Conta

Native advertising: conheça mais sobre o conteúdo impulsionado

Com o crescimento das mídias sociais e novas estratégias para chamar atenção, nasceu o Native Advertising, traduzido como publicidade nativa, anúncios nativos ou anúncios sociais.

O termo traz um novo significado de publicar artigos, postagens, histórias e derivados, pagas e identificadas como publicidade, no meio do conteúdo de um site ou rede social. É publicado como se fosse mais uma postagem, só que identificada por uma palavra ou símbolo como conteúdo impulsionado ou promovido.

A grande maioria das mídias sociais já participam dessa estratégia. Cada um com seus formatos e políticas internas, mas todos com o mesmo intuito de mostrar o seu conteúdo à outras pessoas que não te seguem, apesar de serem seu público-alvo.

É fácil ignorar aqueles anúncios feitos na barra lateral do Facebook. Mas, ao se deparar com uma postagem impulsionada entre as publicações dos seus amigos, qual a chance de você deixar passar?

Com uma imagem bonita, bem-feita, que chame atenção, a maioria das pessoas irão, pelo menos, ler.

 

Como fazer uma boa publicidade nativa

 

  1. O primeiro passo é selecionar qual conteúdo irá ser impulsionado. Se pergunte: por que ele irá chamar atenção do seu público? Qual a relevância para aquelas pessoas?
  2. Depois, selecione bem o seu público-alvo. Idade, país, estado, cidade (se o seu negócio é local, por exemplo, é de extrema importância definir a cidade), sexo, interesses… Enfim, trace exatamente com quem você quer falar, para que as chances de cliques e engajamento sejam altas.
  3. Monte o layout de forma a chamar atenção. Isso não significa, necessariamente, colocar um colocar um monte de cores, gifs ou enfeites. Entenda o que atrai a sua persona. É um design minimalista? São as cores? Vídeo?
  4. Por falar emvídeo, em algumas mídias como o Facebook, ele tem maior alcance, independentemente do patrocínio. É de interesse pessoal da plataforma trazer esse conteúdo, para concorrer com o YouTube.
  5. Na hora de escrever o texto, tenha certeza de que está com a grafia correta e que está fácil de ler. ‘Ninguem goxta de ler um negoço asim.’ Traz uma imagem de desleixo e falta de profissionalismo para a sua empresa.

 

Native Advertising x Marketing de conteúdo

Diferente do Native Advertising, o Marketing de Conteúdo atrai o cliente de forma orgânica e natural. De certa forma, um complementa o outro, uma vez que as plataformas estão cada vez menos entregando os conteúdos gerados de forma orgânica para quem curte ou segue as páginas das empresas.

É necessário manter ambos para um bom resultado. De nada adianta promover um anúncio incrível e, ao chegar na sua página, não ter nada além daquele conteúdo impulsionado.

Com uma boa comunicação e as estratégias certas, o seu negócio vai muito mais longe!

 

Giovanna Dieguez

Estagiária de mídias sociais.

7 sinais de que sua empresa precisa de posicionamento de marca na web

O posicionamento de uma marca é analisado pela maneira como ela é percebida pelo público. Sendo assim, um bom posicionamento de marca se dá quando a sua empresa é lembrada de forma positiva perante as pessoas.

Para isso, a melhor ferramenta é a COMUNICAÇÃO. Só ela é capaz de encontrar leads, fazer sua marca ser encontrada, lembrada e interaja com o público. E, para isso, a internet é uma ferramenta fundamental, afinal, todos vivemos conectados.

Mas, se você é do time que acha que a web é perca de tempo, energia e investimento, vou ter dar agora 7 sinais de que sua empresa precisa de posicionamento de marca na web URGENTE:

 

  1. A cartela de clientes diminuiu

O motivo é simples, estar na internet permite que a sua empresa seja encontrada e, portanto, venda com maior eficiência e assertividade.

 

  1. Sua empresa não existe na web

Ao criar uma página em redes sociais, site ou blog, sua empresa deixa de esperar os clientes passarem pela porta, para conhecer seus produtos ou serviços, para ser encontrada a todo tempo, por pessoas nas mais diversas localizações.

E, ao contrário do que muitos pensam, não é preciso criar muitos perfis para ter presença digital, mas é preciso gerar diálogo com todos de maneira estratégica.

 

  1. Você não gera conteúdo relevante sobre o seu segmento de atuação

A geração de conteúdos relevantes, além de ajudar no rankeamento no Google, contribui na atração de leads. Com certeza, você vai perceber que o fluxo no seu funil de vendas vai aumentar.

O foco da geração de conteúdo é atrair leads, mas para isso ele precisa ser estratégico, para contribuir no bom desempenho do seu funil de vendas.

 

  1. Suas técnicas de vendas são as mesmas durante os últimos anos

Se sua maneira de vender nunca mudou ou mudou poucas vezes, é preciso ficar alerta, principalmente se ela não estiver surtindo os efeitos que tinha.

É preciso acompanhar o ritmo do mundo, já ouviu falar que “insanidade é continuar fazendo a mesma coisa e esperar resultados diferentes”?

Se você quer ir mais longe, essa é a hora de mudar.

 

  1. Não conhece o funil de vendas

O funil de vendas é como a pessoa interage e avança no processo de vendas da empresa, se tornando um lead e, posteriormente, cliente. E, se esse relacionamento for alimentado, esse será um cliente fidelizado.

Clique aqui e conheça mais sobre o funil de vendas e sua importância nas estratégias de vendas, seja ela qual for.

 

  1. Não acha que segmentação de público importante

Com quem a sua marca conversa? Definir a persona para sua marca vai fazer com a comunicação seja direcionada e gerar identificação. Com o uso das estratégias e ferramentas certas na web, sua empresa consegue ter acesso a informações importantes, para compreender o que essas pessoas desejam e quais são as suas necessidades.

Além de poder medir a resposta das suas ações imediatamente, te permitindo realizar os ajustes precisos para alcançar os resultados esperados.

 

  1. Seus concorrentes são mais conhecidos que você

Minha sugestão é, “dá um Google” na marca deles, com certeza você vai encontrar pelo menos uma página ou alguém compartilhando suas experiências com as marcas da concorrência.

 

Se você atendeu a pelo menos um destes itens, está na hora de posicionar a marca da sua empresa na internet. Para isso, crie estratégias de comunicação, para que, com o tempo, seus resultados aumentem, sua cartela de clientes amplie e fidelize, mais pessoas procurem seu negócio e, consequente, aumento o lucro dos seus negócios.

 

 

Rayanne Alves

Supervisora de criação

Casa Interativa

Lead qualificado X Lead engajado

Muito se fala sobre classificação do lead, e enquanto o café não fica pronto pode-se até comentar sobre aqueles leads qualificados, mas você sabe a diferença entre qualificado e engajado? E quanto eles interferem no seu processo de marketing e venda na sua empresa?

Pois bem, se você só tem essas respostas de cabeça, chame sua equipe de marketing, publicidade e inicie um processo de construção de definição dos critérios que deverão ditar e dividir um lead entre engajado e qualificado. Há, e não se esqueça de convidar a equipe comercial, eles sabem bastante sobre esse assunto.

Um lead qualificado é um contato que em suas características, atende ao perfil de cliente que você procura. Quais os critérios? Cada empresa tem os seus e eles devem ser aprimorados constantemente. Pense que empresa de capa de celular só vende para quem tem celular, ou seja, ter celular te faz um lead qualificado dessa loja.

Já um lead engajado, é aquele que tem envolvimento, interação, intimidade, relacionamento com a marca e, por vezes. Lembra da loja de celular, se você conhece a loja, já curtiu a página no facebook, deu like no instagram, você além de qualificado esta um tanto quanto engajado com a marca.

Mas lembre-se, da mesma forma que vários critérios definem a qualificação de um lead, vários definem o engajamento, e é você e sua equipe que devem definir.

E adivinhe: Quem tem poder de influenciar e atrair novos seguidores? Sim, os engajados.

 

O perfil ideal

É possível que estes leads sejam distintos, enquanto o lead qualificado está envolvido no processo de vendas, o lead engajado está envolvido no processo de relacionamento e interação com a marca.

No entanto, o lead com perfil ideal é uma mescla destes dois perfis. O processo de compra possui maior eficácia quando o lead qualificado, ou seja, aquele que possui capacidade de compra, esteja engajado, consumindo os conteúdos oferecidos e demonstrando interesse pelo que sua empresa tem a oferecer.

Quando o lead possui o perfil adequado, mas não possui interesse é muito provável que a abordagem comercial seja frustrada o mesmo acontece quando o lead possui um alto interesse, mas não o perfil de cliente adequado.

Se você observar o gráfico abaixo é possível perceber onde se encontra o lead ideal, pronto a ser abordado pela área comercial da sua empresa:

A jornada de compra no processo de qualificação

Nenhum dos leads devem ser desprezados, seja qualificado ou engajado, o importante é cuidar de cada um para que no momento certo eles possam mudar de estágio e passar a ser tratado como oportunidade.

Para tal, é importante que cada um destes leads tenham uma jornada adequada ao momento em que se encontra.

Um lead engajado pode ser uma porta aberta para gerar vendas, uma vez que ele conhece e distribui informações sobre suas soluções. Além disso este lead pode desenvolver a sua capacidade de compra e assim tornar-se um cliente em potencial. Por isso não o deixe na geladeira, sem nenhum conteúdo.

Já o lead que possui o perfil ideal, mas não demonstrou interesse para compra deve ser nutrido de modo a perceber o valor que a sua empresa tem a oferecer. Neste caso, conteúdos que demonstrem soluções aos problemas que ele enfrenta em sua empresa e na sua rotina diária podem mudar o cenário e fazer com que o interesse, antes inexistente surja. Dai a importância de se construir uma boa jornada de compra.

Tanto o lead qualificado, quanto o engajado estão aptos para estarem na jornada de compras, mas é comprovado que em média, leads qualificados geram 20% mais oportunidades de vendas, além de fazerem compras 47% maiores.

Então, gere conteúdos específicos para cada um dos leads da sua empresa, nutrir e ter uma jornada de compras estratégica é primordial para alcançar os resultados esperados pela empresa, marketing digital e vendas.

Raphael Valongo

Diretor de Marketing

Casa Interativa

Como o co-marketing pode ampliar seus resultados

O co-marketing nada mais é do que unir a forças na realização de ações de marketing que favoreçam as partes envolvidas na ação, ou seja, é uma ação conjunta com empresas que possuem o mesmo público que o seu, mas que não seja um concorrente direto, e com os mesmos interesses.

Ao realizar ações conjuntas as empresas conseguem ampliar o seu alcance, ao trabalhar em duas bases diferentes de leads, além de conseguir causar um maior impacto e melhores resultados, do que se estivessem sozinhas.

 

Começando as ações

1. Escolha o seu parceiro:Antes de mais nada é preciso escolher os seus parceiros de co-marketing. O ideal é escolher empresas que tenham produtos ou serviços que sejam complementares ao que você já oferece. É sempre importante em ações conjuntas que a relação estabelecida gere ganhos para as duas partes, no co-marketing não é diferente, cada parte precisa oferecer algo, que de fato contribua para a estratégia, a fim de evitar desgastes na relação. O parceiro para ações de co-marketing precisa ter algumas características que possam garantir o sucesso das ações, para isto é preciso considerar:

  • Qual o tamanho da audiência do parceiro
  • Ele precisar ter conhecimento e oferecer conteúdo relevante
  • Ele precisar ter certa relevância para o mercado com o qual você deseja se comunicar.

2. Planejamento em conjunto:é preciso que as duas partes se envolvam no processo do planejamento. Neste ponto é onde se descobrirá como os pontos fortes de cada uma das partes irá fazer com que a estratégia funcione par ambos. Também é neste estágio que serão definidas as responsabilidades e os resultados esperados. O planejamento também irá ajudar a definir uma agenda em comum, conciliando as ações das áreas de marketing e vendas das duas empresas. Um cronograma básico do planejamento envolverá:

3. Execução: Depois de planejado e produzido o material é hora de colocar a estratégia em ação. Neste ponto é importante lembrar que as duas partes possuem responsabilidade no alcance dos resultados e cabe a ambos investir tempo e esforço para tal.

 

 

As ações de co-marketing não são específicas para o inbound marketing, este conceito pode ser levado para as ações de outbound marketing com o mesmo objetivo de maximizar os resultados com a possibilidade de alcance um número maior de clientes em potencial.

 

Hora de fazer um novo site. Você sabe quando e o porquê?

Já falamos em outro artigo que dentro da sua estratégia de marketing digital, o site de sua empresa possui um papel importante, ele é a maneira de fazer com que sua empresa seja encontrada no ambiente web, além de ser o canal oficial para informação acerca de sua empresa, produtos e serviços.

O site também dá credibilidade a sua empresa, uma vez que atua como um cartão de visitas da marca. Além de possuir importante papel no processo de atração de visitantes e captação de leads. Isso porque a página pode ser um propagador de conteúdo e conversor de leads.

 

Site atualizado e moderno

É importante sempre manter seu site atualizado, seja em termos de conteúdo, programação ou layout. Caso haja a necessidade de melhorias, é importante que essas sejam feitas em tempo hábil e não deixe uma imagem negativa junto aos visitantes.

Mas, para definir quais devem ser os ajustes a serem feitos, lembre-se sempre de planejar as ações e acompanhar os resultados desta sua estratégia de marketing digital.

 

Qual a periodicidade ideal para atualizar um site?

Se sua empresa tem uma marca ativa, o ideal é que sua página na web esteja em constante atualização. O período recomendado para isto é de no máximo dois anos para desenvolver um novo site.

Isto para proporcionar ao internauta boas experiências de navegação, em uma página atualizada, com design, funcionalidades, navegabilidade e programação atualizadas, para que não fique obsoleto e perca espaço no mercado. Lembre-se que as mudanças no SEO do Google são constantes.

 

O site deve gerar retorno

O site é um investimento na sua empresa e como tal, deve gerar retorno, dentre eles:

  • Agregar valor da marca;
  • Promover visibilidade para a empresa no meio digital;
  • Conquistar novos leads e clientes;
  • Facilitar o contato e localização de leads;
  • Ampliar vendas;
  • Estreitar o relacionamento com seu público;
  • Ter bom rankeamento no Google;

Se o seu site não está agregando valor a sua marca, é por que está na hora de ajustar essa importante ferramenta do marketing digital.

Por isso, tenha uma equipe de profissionais de comunicação alinhada aos objetivos do seu negócio, que realize atualizações constantes e presta suporte, para viabilizar que seu site traga bons resultados e permita que todo seu potencial seja usado em prol da marca.

 

Raphael Valongo

Diretor de Marketing

Casa Interativa

Nova atualização Google Fred agita mundo do SEO

“Wilma, cheguei!”

Alguns vão amar, outros odiar, mas o fato é que o Fred chegou e veio para ficar.

No caso, o Fred a quem nos referimos, é o Google Fred, uma nova atualização do Google. Ele já chegou agitando o mundo do SEO de diversas páginas e sites.

 

Mudanças rotineiras do Google?

Muitos já sabem que a palavra mudança faz parte da rotina do Google, afinal ocorrem atualizações todos os dias, em média 3 diariamente.

O Google Fred Update foi confirmado pelo próprio Google, pelo analista de tendências e consultor da empresa, o suíço Gary Illyes, durante a primeira edição da Search Marketing Expo (SMX) de 2017, em San José, na Califórnia, Estados Unidos.

O objetivo do Fred é atingir conteúdos de baixo valor, o que já vem causando grandes flutuações no SEO e ranking de monitoramentodo Google, em diversas páginas. Alguns sites chegaram a perder 40% do tráfego, já outros, ganharam com essa atualização.

 

Diretrizes do Fred

Muitas penalizações do Fred chegam a quem não segue as diretrizes do Google. Os tipos de conteúdos afetados até agora são aqueles considerados superficiais, com foco meramente em publicidade, focados em afiliados (como o Amazon), sites de empresas que não geram informações relevantes, ou seja, páginas que o único objetivo é a geração de receitas.

Basicamente, o Fred avalia se o seu conteúdo é inestimável, desatualizado ou com ADS tido como pesado, o que gera o risco de cair algumas classificações.

 

Evitando a penalidade do Fred

O objetivo do Fred é promover conteúdo de alta qualidade, aprofundado e que gere autoridade para seu site.

Aqui estão cinco dicas úteis para otimizar seu SEO e evitar que ele sofra impactos pelas novas interferências do Google e assim recuperar perda, manutenção ou ganho de rankings e tráfego:

  1. Realize análise – Primeiro, avalie se houve uma queda no tráfego ou o número de palavras-chave a partir de 5 de março.
  2. Categorize seus conteúdos – Para o Google Fred, conteúdo de alta qualidade é aquele atualizado e que visa informar e não apenas vender.
  3. Reveja suas palavras-chave – Faça uma comparação, com base no volume de tráfego e classificações anteriores, para garantir que a escolha das suas palavras-chave estejam corretas.
  4. Melhore a qualidade do seu conteúdo imediatamente – Comece adicionando, reescrevendo e tornando suas páginas de baixa qualidade, em um conteúdo com maior relevância. Comece com as páginas que estiverem com resultados baixos.
  5. Avalie os links do seu site – Encontre e remova links que apontam para páginas do seu site, que sejam estritamente voltados para vendas. Garanta que os links internos agreguem valor ao seu conteúdo.

E o mais importante, foque na produção de conteúdo de qualidade para o seu site!

 

Confira a diretriz de qualidade mais recente do Google (versão inglês)

 

Planejamento, é o segredo para o sucesso

O fato é que um bom planejamentoé – e sempre foi – a garantia de resultados consistentes, e para o SEO não é diferente.

Essa mudança no algoritmo do Google apenas reforça que um planejamento estratégico, focado na produção de conteúdo qualificado e bem estruturado é primordial para que sua empresa ganhe visibilidade web.

Por fim, o Fred veio reforçar que o conteúdo precisa ser qualitativo e que gere relevância para os leitores. Em suma, planeje estrategicamente e saia da zona de conforto… Informe!