Integração de ações de marketing digital

Integrar ações de marketing digital a alguma ferramenta de automação, gera um fluxo de informação bidirecional, tanto entre ferramentas, quanto empresa-cliente, os dados arrecadados durante todo o processo de engajamento, formando um perfil detalhado do lead, que permite ser usado no planejamento de ações estratégicas de marketing on e off.

Essa integração, organiza e automatiza processos de negócios, reduz custos, aumenta lucros, efetiva vendas, gerencia fidelidade e gera satisfação do cliente, uma vez que a assertividade das ações faz com que o marketing e vendas apenas ofereça aquilo que cada perfil tem pré-disposição.

Toda essa eficiência é uma vantagem para a empresa aproveitar oportunidades e acompanhar mudanças, além de possibilitar um planejamento eficaz e mensuração efetiva das campanhas. O fato de termos os processos de marketing e vendas conversando, nos permite fechar corretamente todo o ciclo de vendas.

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Imagine acompanhar o fluxo de conversão do seu funil, desde a geração de lead, até o pós-venda. Isso permite identificar e medir o desempenho das campanhas de marketing e impacto nos resultados em vendas, ou seja, é possível saber o que funciona ou não para cada perfil de público.

Outra grande vantagem, é munir os vendedores de informações, isso poderá ser usado para que o tratamento seja personalizado para cada cliente, melhorando ainda mais o desempenho das vendas. Isso é investimento no seu negócio.

Quer saber mais? Podemos te ajudar, afinal, somos certificados pela RD Station, temos uma equipe capacitada para te atender, clique aqui e entre em contato.

Rayanne Alves

Redatora Digital

Casa Interativa

Dicas para ter um site de sucesso

Ter um site é fundamental para qualquer negócio, pois sem ele, os clientes terão dificuldade de te encontrar, além de limitar as ações de marketing digital, afinal ele é essencial para campanhas de SEO e Adwords.

Apesar de cada site ter uma necessidade especial, para atender objetivo, necessidades e personalidade da empresa, é possível estabelecer algumas diretrizes básicas, que otimizarão sua página na web.

Defina o mercado – Ter em mente qual o cenário que atua é fundamental para entender as necessidade e perfil do seu público-alvo, assim a estrutura do site atenderá as necessidades de navegação do usuário.

Análise de concorrente – Conheça seus concorrentes, avalie pontos fortes e fracos, assim você terá em mãos as informações necessárias para estabelecer uma estrutura acertada para sua página.

Blog com periodicidade – Caso opte por ter um blog ou notícias no seu site, ele precisará ser alimentado, assim seu cliente terá em seu site fonte de informação e referência, além de mostrar que seu site está em constante atualização, isso resulta em mais acessos em seu site.

Contatos – Facilite que seu cliente entre em contato com você, então disponibilize seu telefone, e-mail, endereço e redes sociais, além do formulário de contato.

Interação – É fundamental para gerar audiência no seu site, então permita que o usuário comente textos no blog, qualifique produtos e tire dúvidas.

Principais informações na Home – Deixe claro o que é seu negócio, produtos, promoções, ou informações prioritárias, assim que seu site for acessado, os dados mais relevantes para seu cliente devem estar “à mão”, para que ele seja direcionado de forma correta.

Texto objetivo, claro, coerente e correto – O conteúdo não pode ser extenso, mas deve ser de fácil entendimento e sem erro de português.

Não use contador de visitas – Existem ferramentas que contabilizam acesso, mas isso é informação que deverá ser usada por quem administra o site, para medir os resultados, como a taxa de conversão em relação às visitas, assim ajustar conteúdo conforme necessário.

Idiomas – Se seu site tem público em outros países, tenha versões traduzidas do seu site, nas línguas mais usadas, tenha um profissional capacitado para fazer corretamente

Responsividade – O site automaticamente se adapta no dispositivo do usuário, podendo ser um PC, smartphone, tablet, dentre outros, isso faz que sua página seja visualizada de qualquer aparelho, sem prejudicar a marca e conteúdo.

Não use imagens pesadas – Isso deixa seu site pesado, dificultando a navegação, mas elas devem ter qualidade.

Jamais use música – Por último, mas não menos importante, nunca coloque música em seu site, principalmente se seu mercado não for o musical, essa função pode passar a sensação de amadorismo, você pode não acertar o gosto musical do seu cliente, precisa de direitos autorais, são inúmeros os motivos que podemos te dar para deixar essa função de lado.

 

Rodrigo Fleury

Desenvolvedor Sênior

Casa Interativa

Marketing político digital

Se você é pré-candidato ou assessora um, é importante entender alguns passos que precisam ser dados pelo marketing digital em prol da campanha política, tornando-se diferencial e chegando a frente com estratégias bem traçadas. Para te ajudar preparamos algumas dicas:

Equipe capacitada Ter pessoal capacitado antes, durante e após a campanha é fundamental, pois uma equipe bem estruturada vai pensar passo por passo que deverá ser dado, fugirá de ser “mais um do mesmo” e, com certeza trará diferencial para a campanha.

Prepare seus canais de comunicação Ter um blog, site e redes sociais já estruturados é otimização de tempo e resultados, pois serão eles a base para chegar até o eleitor e vice-versa essa é com certeza, a parte mais importante para seu marketing político digital.

SEO Com site, blog e redes sociais preparadas, chegou a hora de colocá-los para trabalharem a seu favor, apesar de ter ressalvas para mídias pagas, conforme Lei 9.504 o SEO será uma ferramenta muito valiosa para sua campanha.

Pauta de publicações – Monte um esboço da rotina editorial que fará, aliando suas pautas com atualidade e campanha do candidato. Esse norteamento não te deixará se perder ou mesmo contradizer a campanha ao preparar seu conteúdo.

Produção de conteúdo – Agora que sua pauta está definida, comece a levantar dados, respalde suas informações, gere credibilidade e se torne referência!

Ah, e não se esqueça de compartilhar tudo nas redes sociais e utilizar o SEO.

Interaja – Faça parte do que acontece, veja o que seus eleitores estão falando, faça pergunta e respostas bem pensadas e estruturadas, mostre interesse, mas não seja chato, cuidado para não pecar pelo excesso.

 

Flávia Eleniza

Gestora de Conteúdo e Social Media

Casa Interativa

Afinal, o que significa CPC, CPA, CPM, CPV e CPL?

Quando o assunto é Marketing Digital, algumas siglas vivem presentes na rotina de trabalho, e é fundamental para todos envolvidos, profissional de comunicação e empresário, conhecerem bem: CPC, CPA, CPM, CPV e CPL.

 

CPC: Custo pago por clique

Ou PPC, o método mais utilizado, onde se cobra apenas quando o anúncio é clicado pelo usuário, pode ainda ser estabelecido três critérios dentro do CPC:

  • CPC máximo – valor máximo que você está disposto a pagar por um clique;
  • CPC real – valor exato que você vai pagar por um clique;
  • CPC médio – valor médio pago no clique, baseado no histórico de cliques.

Este modelo é sem dúvida o mais antigo e tradicional, devido sua forma fácil de mensuração, podemos claramente estabelecer valores pelo clique e cobrar ou pagar por eles.

Se você já faz AdWords, conhece bem a importância de trabalhar na constante redução do seu CPC.

 

CPA: Custo por Ação ou Custo por Aquisição

É pago apenas quando o usuário finaliza alguma ação, que pode ser compra no site, inscrição (lead), download, ou outra destinação definida pela estratégia de marketing digital.

O CPA é uma importante e nova forma de precificação, pois o trabalho de quem esta gerando as ações pode ser medido com maior precisão e isso garante a ambas as partes, uma entrega de real resultado.

No Google Analytics você pode configurar suas metas, dando valor a cada uma delas, assim, automaticamente, a ferramenta contabiliza a Aquisição. Se a empresa já possui um trabalho com Marketing Digital, estima-se que ela já tenha um CTA, caso contrária você poderá estabelecer um valor estimado e, após um período de campanha, realizar a seguinte conta: Investimento na Campanha dividido pelo número de conversões, o resultado final será o seu CTA, dai para frente você estabelece esse valor na meta do Analytics.

 

CPM: Custo que você paga a cada mil impressões

Bastante utilizado para compra de espaço em sites ou blogs, compõem muitos mídia kits. Quando seu anúncio alcançar mil impressões, será cobrado um valor pré-estabelecido, independentemente do tempo que essa ação levar.

Lembre-se que, para um melhor controle deste tipo de acordo, o site ou blog precisa ter um Web Analytics instalado.

 

CPV: Custo por Visualização

Método voltado para vídeos, onde o lance é definido pelo valor que está disposto a pagar sempre que seu vídeo for assistido.

Neste caso não importa os cliques e nem mesmo quantas pessoas acessaram a página, se ela não der play no vídeo, não será contabilizado.

Grandes portais conseguem medir CPVs diferentes na mesma página. Como isso é possível? Eles utilizam um sistema que, se o visitante não rolar para ver o seu banner, que esta lá no final da página, o site não irá contabilizar.

 

CPL: Custo por Lead

Vem crescendo cada vez mais, este modelo é voltado, principalmente, para campanhas que remunera afiliados, por meio de recrutamento de cadastros ou venda, sempre que o lead efetuar a compra pelo link do afiliado.

Algumas agências de publicidade já estão migrando seus negócios e modelo de precificação para este formato. A remuneração por lead é fantástica, mas é de fundamental importância alinhar a capacidade de acompanhar o lead, para dar créditos a quem realmente foi responsável pela sua conversão.

 

Raphael Valongo

Diretor Executivo

Casa Interativa